terça-feira, 24 de abril de 2012

ANTT promete multa à carta-frete. Será?




A punição para quem usa a carta-frete se tornou uma verdadeira novela. Em outubro do ano passado, foi proibida a utilização deste artifício para o pagamento do transporte de carga, sendo que nos primeiros meses a fiscalização seria apenas educativa, sem aplicação de multa. Somente em janeiro, as medidas punitivas seriam adotadas, no entanto a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) adiou este prazo no início de 2012. Agora, o fim deste imbróglio parece próximo, no próximo dia 15 os transportadores que insistirem em usar a carta-frete serão multados.
De acordo com a Resolução nº 3.658, o pagamento agora deverá ser feito por meio eletrônico. Atualmente, 12 companhias estão autorizadas a operar neste novo sistema, que consiste no depósito e saque em conta bancária.
José Araújo "China" da Silva, presidente da Unicam (União Nacional dos Caminhoneiros) afirma que, para garantir a proibição da carta-frete, é necessária uma intensa fiscalização. “Foi uma grande vitória conseguir a aprovação do projeto que a proíbe. Só assim os caminhoneiros terão uma renda formal, o que é bom para todos. Mas é preciso ficar em cima de quem desrespeita o pagamento eletrônico”, ressaltou.
Com a resolução, o contratante do frete que utilizar a carta para o pagamento, total ou parcial do serviço, será multado em 50% da integra do valor, sendo o mínimo a ser cobrado R$ 550 e o máximo de R$ 10,5 mil. A normatização ainda prevê penalização – também de R$ 550 a R$ 10,5 mil – aos que descontarem, no preço do frete, alguma quantia para a realização da transferência dos créditos devidos.
Além de multar aqueles que propuserem o pagamento via carta-frete, a Agência penalizará em R$ 550 o transportador autônomo que aceitar a sua utilização, somado a esta punição quem praticar a infração poderá perder o seu RNTRC ().
Carta-frete:
A carta-frete é um documento que servia como forma de garantir as despesas com o transporte rodoviário de forma adiantada, porém gerava muita dor de cabeça, pois só podia ser monetizado em alguns centros específicos e muitas vezes o caminhoneiro ficava refém dos locais que realizavam o serviço, tendo que gastar, obrigatoriamente, parte do valor da carta no estabelecimento.

Fonte:Redação Webtranspo/Foto: Google/Criado em Segunda, 23 Abril 2012 10:07/Categoria:Rodoviário




segunda-feira, 23 de abril de 2012

O SANTO GUERREIRO


Festa: 23 de abril. Comemora-se todo dia 23.
São Jorge nasceu na Capadócia no ano de 280.
O Imperador Diocleciano a mandou degolá-lo a 23 de abril de 303.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escoteiros.
No século XIV, foi adotado como santo padroeiro:da Inglaterra, Aragão e Portugal.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escuteiros
No candomblé e na umbanda, São Jorge é sincretizado como Ogum e invocado para proteger os fiéis.


ORAÇÃO A SÃO JORGE
Ó São Jorge, meu guerreiro, invencível na Fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança abra os meus caminhos. Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, a Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel cavalo meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Ajudai-me a superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso: (fazei aqui o seu pedido) Dai-me coragem e esperança fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade.  Com o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo. Amém!
São Jorge rogai por nós!
Fonte:www.astrologosastrologia.com


terça-feira, 3 de abril de 2012

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos


Depois de vários anos, finalmente temos uma atualização de uma das bíblias da logística: o livro Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, de Martin Christopher, acaba de ser traduzido para o português e está disponível no Brasil.

Professores: atualizem seus planos de ensino! Alunos: esta é a hora para comprar um ótimo livro da área!


O livro é escrito com foco na empresa e suas relações de compras, vendas e marketing com fornecedores e clientes. A visão não poderia ser mais ampla. Assim, com o ambiente de negócios amplo e muito menos previsível, exigi-se que as cadeias de suprimentos sejam capazes de mudar rapidamente – é preciso ter flexibilidade.

Esta flexibilidade é atingida quando consegue-se reagir de acordo com o que observa-se na demanda, que já era esperada através das previsões. Além disso, um conceito e prática fundamental hoje na logística é a ideia de sustentabilidade na cadeia de suprimentos, pensando na cadeia de suprimentos do futuro como garantir a lucratividade nos negócios e a vantagem competitiva.

A nova edição do livro Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos aborda a logística no contexto da estratégia empresarial, e como estas devem estar voltadas ao cliente, na análise de valor. O alinhamento entre oferta e demanda através da gestão, do planejamento e da previsão abrem espaço à criação de uma cadeia de suprimentos responsiva – aquela baseada na agilidade e nas respostas às variações no mercado. A necessidade de sincronismo entre os elos das cadeias de suprimentos e a complexidade que elas trazem nos levam aos capítulos sobre a gestão das cadeias de suprimentos globais e ao gerenciamento dos riscos inerentes à elas. Novas ideias desta edição incluem ainda a “era da concorrência entre redes” e a migração do 3PL ao 4PL; como superar obstáculos para integrar as cadeias de suprimentos; a visão do futuro não ficou de fora e é abordada com os dois capítulos finais do livro sobre como criar uma cadeia de suprimentos sustentável e qual é a ideia do autor sobre as cadeias de suprimentos do futuro, incluindo a sua visão 2020.

Ele pode ser encontrado na Livraria Saraiva.

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/ 
Data: 03/04/12 - 11h:50

Logística na Nuvem


Fornecedores de softwares para o setor logístico discutem as tendências e novidades do setor, dando ênfase à “clouding computing”


Clouding computing
“Cloud computing”, que em tradução livre significa “computação nas nuvens”, como ficou conhecido em 2008, mas tudo indica que ainda ouviremos esse termo por um bom tempo. Inicialmente somente as grandes empresas, com um grande volume de recursos financeiros, poderiam efetuar os investimentos necessários para criar uma infra-estrutura que permitisse a aplicação do conceito de “Clouding computing”.

Aplicação na logística
Dentro do setor logístico, o “Clou-ding computing” começou quando os fornecedores desenvolveram o SaaS (“software as a service”). Normalmente vende-se a licença para um cliente utilizar o software, porém com esse novo método o fornecedor responsabiliza-se por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso.

Características

cloud-computing

• Na maioria dos casos, o usuário pode acessar determinadas aplicações independente do seu sistema operacional ou de hardware;
• O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação. Hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor do serviço;
• O compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a “nuvem”.
• Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que se, por exemplo, um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;
• O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em “Cloud computing” são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o fará em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. O que importa ao usuário é saber que a aplicação está disponível nas “nuvens”, não importa de que forma.



Exemplos
Apesar de o termo “Cloud computing” ser recente, a ideia não é necessariamente nova. Serviços de e-mail, discos virtuais na internet, como dropbox; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou ídeos, como flickr e Youtube, são exemplos de aplicações que, de certa forma, estão dentro do conceito desse conceito. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados. Os recursos de hardware como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).


cloud-computing-2

Desafios

O problema é a extensão territorial e a precária infraestrutura do Brasil, segundo Marcio Morari, diretor comercial da mHa: “o link não chega aonde a empresa tem um depósito. Mas nós temos muitos projetos nos quais os cliente querem SaaS; eles não querem gerenciar servidor nem WmS. Por isso, desde 2007 nós demandamos 100% web em SaaS. O que falta é infraestrutura para que lá na ponta o sistema consiga ser acessado remotamente. Nós temos clientes que utilizam um sistema que está na Alemanha, na Holanda, no Peru, etc. 

A tendência da nuvem é, quanto mais ela se amplia, o cliente ter um custo menor. E aí as pequenas e médias empresas serão beneficiadas por isso, porque elas irão investir menos para ter a solução”.

Fonte: http://www.imam.com.br/revistaintralogistica/
Data: 03/04/12 - 11h:00