terça-feira, 24 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O SANTO GUERREIRO
São Jorge nasceu na Capadócia no ano de 280.
O Imperador Diocleciano a mandou degolá-lo a 23 de abril de 303.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escoteiros.
No século XIV, foi adotado como santo padroeiro:da Inglaterra, Aragão e Portugal.
São Jorge é padroeiro dos soldados, armeiros, escuteiros
No candomblé e na umbanda, São Jorge é sincretizado como Ogum e invocado para proteger os fiéis.
ORAÇÃO A SÃO JORGE
Ó
São Jorge, meu guerreiro, invencível na Fé em Deus, que trazeis em vosso rosto
a esperança e confiança abra os meus caminhos. Eu andarei vestido e armado com
as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo
mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam
me fazer algum mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se
quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu
corpo amarrar.
Jesus
Cristo me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, a
Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em
todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande
poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos.
Glorioso
São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas,
defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de
seu fiel cavalo meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Ajudai-me a
superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso: (fazei aqui o seu
pedido) Dai-me coragem e esperança fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta
necessidade. Com o poder de Deus, de
Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo. Amém!
São Jorge rogai por nós!
Fonte:www.astrologosastrologia.com
Foto:google.com.br
terça-feira, 3 de abril de 2012
Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos
Depois de vários anos, finalmente temos uma atualização de uma das bíblias da logística: o livro Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, de Martin Christopher, acaba de ser traduzido para o português e está disponível no Brasil.
Professores: atualizem seus planos de ensino! Alunos: esta é a hora para comprar um ótimo livro da área!
O livro é escrito com foco na empresa e suas relações de compras, vendas e marketing com fornecedores e clientes. A visão não poderia ser mais ampla. Assim, com o ambiente de negócios amplo e muito menos previsível, exigi-se que as cadeias de suprimentos sejam capazes de mudar rapidamente – é preciso ter flexibilidade.
Esta flexibilidade é atingida quando consegue-se reagir de acordo com o que observa-se na demanda, que já era esperada através das previsões. Além disso, um conceito e prática fundamental hoje na logística é a ideia de sustentabilidade na cadeia de suprimentos, pensando na cadeia de suprimentos do futuro como garantir a lucratividade nos negócios e a vantagem competitiva.
A nova edição do livro Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos aborda a logística no contexto da estratégia empresarial, e como estas devem estar voltadas ao cliente, na análise de valor. O alinhamento entre oferta e demanda através da gestão, do planejamento e da previsão abrem espaço à criação de uma cadeia de suprimentos responsiva – aquela baseada na agilidade e nas respostas às variações no mercado. A necessidade de sincronismo entre os elos das cadeias de suprimentos e a complexidade que elas trazem nos levam aos capítulos sobre a gestão das cadeias de suprimentos globais e ao gerenciamento dos riscos inerentes à elas. Novas ideias desta edição incluem ainda a “era da concorrência entre redes” e a migração do 3PL ao 4PL; como superar obstáculos para integrar as cadeias de suprimentos; a visão do futuro não ficou de fora e é abordada com os dois capítulos finais do livro sobre como criar uma cadeia de suprimentos sustentável e qual é a ideia do autor sobre as cadeias de suprimentos do futuro, incluindo a sua visão 2020.
Ele pode ser encontrado na Livraria Saraiva.
Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/
Data: 03/04/12 - 11h:50
Logística na Nuvem
Fornecedores de softwares para o setor logístico discutem as tendências e novidades do setor, dando ênfase à “clouding computing”
Clouding computing
“Cloud computing”, que em tradução livre significa “computação nas nuvens”, como ficou conhecido em 2008, mas tudo indica que ainda ouviremos esse termo por um bom tempo. Inicialmente somente as grandes empresas, com um grande volume de recursos financeiros, poderiam efetuar os investimentos necessários para criar uma infra-estrutura que permitisse a aplicação do conceito de “Clouding computing”.
Aplicação na logística
Dentro do setor logístico, o “Clou-ding computing” começou quando os fornecedores desenvolveram o SaaS (“software as a service”). Normalmente vende-se a licença para um cliente utilizar o software, porém com esse novo método o fornecedor responsabiliza-se por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso.
Características
• Na maioria dos casos, o usuário pode acessar determinadas aplicações independente do seu sistema operacional ou de hardware;
• O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação. Hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor do serviço;
• O compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a “nuvem”.
• Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que se, por exemplo, um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;
• O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em “Cloud computing” são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o fará em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. O que importa ao usuário é saber que a aplicação está disponível nas “nuvens”, não importa de que forma.
• O usuário não precisa se preocupar com a estrutura para executar a aplicação. Hardware, procedimentos de backup, controle de segurança, manutenção, entre outros, ficam a cargo do fornecedor do serviço;
• O compartilhamento de dados e trabalho colaborativo se tornam mais fáceis, uma vez que todos os usuários acessam as aplicações e os dados do mesmo lugar: a “nuvem”.
• Dependendo do fornecedor, o usuário pode contar com alta disponibilidade, já que se, por exemplo, um servidor parar de funcionar, os demais que fazem parte da estrutura continuam a oferecer o serviço;
• O usuário pode contar com melhor controle de gastos. Muitas aplicações em “Cloud computing” são gratuitas e, quando é necessário pagar, o usuário só o fará em relação aos recursos que usar ou ao tempo de utilização. O que importa ao usuário é saber que a aplicação está disponível nas “nuvens”, não importa de que forma.
Exemplos
Apesar de o termo “Cloud computing” ser recente, a ideia não é necessariamente nova. Serviços de e-mail, discos virtuais na internet, como dropbox; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou ídeos, como flickr e Youtube, são exemplos de aplicações que, de certa forma, estão dentro do conceito desse conceito. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados. Os recursos de hardware como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).
Desafios
O problema é a extensão territorial e a precária infraestrutura do Brasil, segundo Marcio Morari, diretor comercial da mHa: “o link não chega aonde a empresa tem um depósito. Mas nós temos muitos projetos nos quais os cliente querem SaaS; eles não querem gerenciar servidor nem WmS. Por isso, desde 2007 nós demandamos 100% web em SaaS. O que falta é infraestrutura para que lá na ponta o sistema consiga ser acessado remotamente. Nós temos clientes que utilizam um sistema que está na Alemanha, na Holanda, no Peru, etc.
A tendência da nuvem é, quanto mais ela se amplia, o cliente ter um custo menor. E aí as pequenas e médias empresas serão beneficiadas por isso, porque elas irão investir menos para ter a solução”.
Data: 03/04/12 - 11h:00
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